Uma editora jovem, não só na idade - afinal foi fundada em dezembro de 2003 - mas no espírito inovador de optar pela publicação de ficção e não ficção priorizando a qualidade, e não a quantidade de lançamentos.
Essa é a marca da intrínseca, cujo catálogo reúne títulos cuidadosamente selecionados, dotados de um vocação rara: conjugar valor literário e sucesso comercial.
Com uma apurada seleção de títulos, vários livros alcançam um expressivo número de leitores, figurando em listas de best-sellers por muitos meses, obtendo assim uma incomum unanimidade de elogios por parte do público, da crítica e do mercado.
À bem cuidada curadoria editorial alia-se o apuro na produção gráfica, o que transforma as edições em objetos de culto a serviço da boa literatura.
A orientação editorial privilegia temas e estilos que se destacam pela diferença, ousadia e impacto.
Não foi à toa que o título de estréia da Intrínseca, HELL - Paris 75016, de Lolita Pille, figurou na lista de mais vendidos do Brasil por várias semanas.
Atualmente, é uma das cinco maiores editoras do Brasil, considerando o número de livros vendidos.
A Intrínseca publica, em média, 30 livros por ano.
Metade de suas ações pertencem a Editora Sextante.
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A Editora Martin Claret foi fundada em São Paulo, no início da década de 1970, pelo empresário, editor e jornalista gaúcho Martin Claret, para publicar, em um primeiro momento, as obras do filósofo e educador brasileiro Huberto Rohden, autor mundialmente conhecido de mais de 65 obras sobre filosofia, religião, ciência e educação.
Hoje, a Editora possui aproximadamente 500 títulos em catálogo, de obras-primas da literatura universal, de filosofia, direito, política, sociologia e religião.
É uma empresa editorial diferenciada, operando em nichos de alta literatura.
Uma das inovações da Editora foi o livro pocket, a preços acessíveis, com a coleção A Obra-Prima de Cada Autor.
Grande parte desses títulos são recomendados ou adotados em escolas, faculdades e vestibulares.
Nos últimos anos, entretanto, passamos a desbravar um novo nicho de mercado, produzindo edições especiais em outros formatos, com alta qualidade editorial.
Para que nosso leitor possa inteirar-se de nosso projeto empresarial-educacional, transcrevemos abaixo os objetivos, a filosofia e a missão da Editora Martin Claret:
O principal objetivo da Martin Claret é continuar a desenvolver um excelente trabalho editorial, para melhor servir a seus leitores.
A filosofia de trabalho da Martin Claret consiste em criar, inovar, produzir e distribuir, sinergicamente, livros da melhor qualidade editorial e gráfica, para o maior número de leitores e por um preço economicamente acessível.
A missão da Martin Claret é conscientizar e motivar as pessoas a desenvolver e utilizar o seu pleno potencial espiritual, mental, emocional e social.
A Martin Claret está empenhada em contribuir para a difusão da educação e da cultura, por meio da democratização do livro, usando todos os canais ortodoxos e heterodoxos de comercialização.
A Martin Claret, em sua missão empresarial, acredita na verdadeira função do livro: o livro muda as pessoas.
A Editora Martin Claret, em sua vocação educacional, deseja, por meio do livro, otimizar e iluminar a vida das pessoas.
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A Editora Globo, uma das mais antigas do país, é referência de qualidade e inovação.
Fundada em 1952, ainda como Rio Gráfica, era conhecida pela produção de histórias em quadrinhos, a partir da criação de O Globo Juvenil.
Em 1986, após a compra da Editora Globo, de Porto Alegre, pela Rio Gráfica, a empresa passa a se chamar Editora Globo, herda o acervo de livros da editora gaúcha e torna-se também uma das mais importantes editoras de obras literárias do país.
O pioneirismo e a inovação da Editora Globo foram mantidos com o lançamento de seis selos pela Globo Livros:
Biblioteca Azul, à publicação de clássicos da literatura, ensaios e biografias;
Globo Livros, voltado para ficção, não-ficção, história e guias da Lonely Planety;
Globo Estilo, dedicado à gastronomia e entretenimento.
Globinho é o selo infanto-juvenil;
Globo Alt voltada para literatura juvenil, e Principium, é dedicado aos livros de autoajuda.
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A Editora Suma é um selo do Grupo Companhia das Letras voltado para temas geeks.
Nossos principais gêneros são fantasia, ficção científica e terror, embora tenhamos títulos em outras áreas de interesse, como não ficção e thrillers.
A Suma de Letras foi criada em 2005, com o objetivo de ser um selo comercial que publicava uma gama bem ampla de gêneros.
Os títulos do selo variavam desde Stephen King (terror) a Michael Connelly (thriller policial) e Megan Maxwell (romance erótico).
Mas, desde a fusão com o Grupo Companhia da Letras, a Suma tem se voltado para a comunidade geek, focando em gêneros como fantasia, terror e ficção científica.
Essa ideia foi consolidada nos últimos anos, quando passamos a fortalecer nosso catálogo de clássicos (com nomes como Stephen King, H.G. Wells e Shirley Jackson) enquanto damos voz a novos autores, nacionais e internacionais, que estão renovando a ficção, seja em fantasia, em terror ou em ficção científica (por exemplo, Erika Johansen, Raphael Montes, Cixin Liu).
Agora, a transformação se concretiza com a nova cara do selo, a mudança de logotipo e do nome, que passa de “Suma de Letras” para “Editora Suma”.
A ideia é que nossos leitores identifiquem melhor essa nova fase da editora, e que a gente se aproxime cada vez mais da comunidade geek e dos nossos gêneros favoritos.
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Nossa história teve o seu início em 1914, quando o Sr. Joaquim Ignácio da Fonseca Saraiva, um imigrante português, fundou no Largo do Ouvidor, em São Paulo, uma pequena livraria destinada ao comércio de livros usados.
Em virtude da localização da livraria, muito próxima à Faculdade de Direito do Largo São Francisco, do interesse pessoal e conhecimento da literatura jurídica que o Sr. Joaquim Saraiva possuía, a então denominada "Livraria Acadêmica" tornou-se conhecida dos professores e estudantes de direito frequentadores da região e especializou-se no comércio de livros jurídicos, que representa, até os dias de hoje, um segmento importante nos nossos negócios.
Na mesma década, Joaquim edita o primeiro livro, "Casamento Civil", inaugurando a fase editorial da livraria.
Nos trinta anos seguintes, a livraria teria como prioridade a área jurídica.
A editora estende suas atividades comerciais e começa a editar também livros didáticos, literatura geral, ciências, etc., ao mesmo tempo em que amplia as atividades editoriais no campo jurídico e se torna a mais conceituada editora desse tipo de obra no Brasil.
Em 1947 a empresa transforma-se em sociedade anônima, com a denominação Saraiva S.A. - Livreiros Editores.
Um grande número de ex-estudantes encaminha-se à livraria para subscrever ações da empresa em homenagem ao seu fundador, o Conselheiro Saraiva.
A partir de 1970, passamos a editar Livros Didáticos e Livros Paradidáticos e, em 1972, a Saraiva transformou-se numa companhia aberta.
Ao longo dos anos 70, o processo de crescimento e formação de uma rede de lojas se iniciou concretamente com a abertura da segunda Livraria Saraiva, na Praça da Sé, marco central da capital de São Paulo.
Na década de 80, com o crescimento do número de títulos publicados, viabiliza-se um serviço próprio de distribuição de livros da Editora Saraiva.
Em 1983, iniciou-se o processo de expansão da rede de estabelecimentos da Livraria, com a abertura de diversas lojas em outros estados brasileiros e em shopping centers.
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O Instituto Ludwig von Mises - Brasil ("IMB") é uma associação voltada à produção e à disseminação de estudos econômicos e de ciências sociais que promovam os princípios de livre mercado e de uma sociedade livre.
Em suas ações o IMB busca:
I - promover os ensinamentos da escola econômica conhecida como Escola Austríaca;
II - restaurar o crucial papel da teoria, tanto nas ciências econômicas quanto nas ciências sociais, em contraposição ao empirismo;
III - defender a economia de mercado, a propriedade privada, e a paz nas relações interpessoais, e opor-se às intervenções estatais nos mercados e na sociedade.
O IMB acredita que nossa visão de uma sociedade livre deve ser alcançada pelo respeito à propriedade privada, às trocas voluntárias entre indivíduos, e à ordem natural dos mercados, sem interferência governamental.
Portanto, esperamos que nossas ações influenciem a opinião pública e os meios acadêmicos de tal forma que tais princípios sejam mais aceitos e substituam ações e instituições governamentais que somente:
a) protegem os poderosos e os grupos de interesse,
b) criam hostilidade, corrupção, e desesperança,
c) limitam a prosperidade, e
d) reprimem a livre expressão e as oportunidades dos indivíduos.
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No início da década de 70, dez anos após ter aberto com os irmãos sua primeira livraria, na cidade de Santos, Waldir Martins Fontes mudou-se para São Paulo e inaugurou a Editora Martins Fontes.
Desde o início, o foco da editora foi voltado para a publicação de long-sellers: livros com grande relevância para determinadas áreas do conhecimento, que se manteriam vivos ao longo de muitas gerações.
Assim, Waldir Martins Fontes passou décadas editando obras de importância inquestionável nos campos da filosofia, sociologia, filosofia do direito, psicologia e literatura, com o apoio de profissionais que o acompanharam ao longo dessa vida dedicada aos livros, como o editor e amigo Luis Rivera.
O catálogo infantil e juvenil da editora também passava pelo crivo do editor, que demonstrou grande sensibilidade profissional ao trazer para o Brasil livros inesquecíveis, como Onde está Wally?, As crônicas de Nárnia, O Hobbit e Matilda.
Após seu falecimento, Alexandre Martins Fontes – seu filho mais velho – iniciou um novo projeto e fundou a Editora WMF Martins Fontes.
A nova empresa seguiu os passos de Waldir Martins Fontes e manteve a filosofia de publicação que sempre foi a marca da editora.
Hoje, com mais de 1.500 livros em seu catálogo, a WMF Martins Fontes é uma grande referência no mercado editorial brasileiro e mantém um trabalho sério e cuidadoso em todas as suas edições.
A partir de 2014, com o título Ladrão de galinhas, a WMF Martins Fontes passou a lançar obras da editora “Livros da Raposa Vermelha”, uma parceria com a editora catalã “Libros del Zorro Rojo”.
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Geraldo Jordão Pereira (1938-2008) começou sua carreira aos 17 anos, quando foi trabalhar com seu pai, o célebre editor José Olympio, publicando obras marcantes como O menino do dedo verde, de Maurice Druon, e Minha vida, de Charles Chaplin.
Em 1976, fundou a Editora Salamandra com o propósito de formar uma nova geração de leitores e acabou criando um dos catálogos infantis mais premiados do Brasil. Em 1992, fugindo de sua linha editorial, lançou Muitas vidas, muitos mestres, de Brian Weiss, livro que deu origem à Editora Sextante.
Fã de histórias de suspense, Geraldo descobriu O Código Da Vinci antes mesmo de ele ser lançado nos Estados Unidos.
A aposta em ficção, que não era o foco da Sextante, foi certeira: o título se transformou em um dos maiores fenômenos editoriais de todos os tempos.
Mas não foi só aos livros que se dedicou. Com seu desejo de ajudar o próximo, Geraldo desenvolveu diversos projetos sociais que se tornaram sua grande paixão.
Com a missão de publicar histórias empolgantes, tornar os livros cada vez mais acessíveis e despertar o amor pela leitura, a Editora Arqueiro é uma homenagem a esta figura extraordinária, capaz de enxergar mais além, mirar nas coisas verdadeiramente importantes e não perder o idealismo e a esperança diante dos desafios e contratempos da vida.
Marcos e Tomás Pereira, atuais donos da editora, escolheram este nome para homenagear o pai que, segundo eles, como um praticante de arco e flecha, “tinha a capacidade de enxergar longe e acertar o alvo”.
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Numa época em que o homem só dispunha do céu e das estrelas para se orientar, o sextante era uma ferramenta fundamental para se atingir o destino desejado.
Observando através do sextante, o navegador se norteava, medindo a distância entre os astros e o horizonte.
Foi por essa razão que escolhemos o nome Sextante para nossa editora e tendo por denominador comum a busca da felicidade e da realização pessoal.
Fundada em 1998 por Geraldo Jordão Pereira, filho do editor José Olympio, e seus dois filhos, Marcos e Tomás, tem como objetivo a publicação de livros que proporcionem o crescimento humano, com obras infantojuvenis, de ficção e não ficção, autoajuda e negócios e de referência, assim como alguns títulos de arte.
Em abril de 2011 a editora anunciou a criação de um novo selo, denominado Arqueiro, sob o qual passará a publicar todos os seus livros de ficção.
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A Paulus Editora é uma editora católica mantida pela Pia Sociedade de São Paulo, dos padres e irmãos paulinos.
A editora possui inúmeros lançamentos Infanto-juvenis.
Entre seus autores mais conhecidos estão Lúcia Fidalgo, Roseana Murray e Stella Maris. Os livros são voltados à educação de escolas e são adotados por municípios brasileiros.
A Pia Sociedade de São Paulo é uma congregação religiosa católica constituída de padres e ‘irmãos’, fundada em Alba, Itália, pelo Beato Tiago Alberione, em 20 de agosto de 1914.
São chamados também de paulinos, um nome geralmente associado a uma ordem mais antiga, dos Padres Paulinos, com a qual não deve ser confundida.
Por São Paulo ser o padroeiro da comunicação, a congregação é voltada ao estímulo à conversão ao cristianismo através dos meios de comunicação.
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