Obra de caráter metalinguístico retrata a história de Augusto, rapaz inconstante que aposta com seus amigos que não ficaria apaixonado por mais de 15 dias por mulher alguma.
Seu castigo, caso perdesse a aposta, seria escrever um romance para esses amigos. "A Moreninha”, então, é o fruto dessa punição.
Perdidamente apaixonado por Carolina, seu amor de infância que Augusto reencontrara quando jovem, "A Moreninha” é um exemplo clássico do Romantismo.
A obra gira em torno de uma promessa pueril, da luta de um homem para conquistar sua amada e dos obstáculos para a realização desse amor.
Todos esses elementos são indispensáveis para uma boa novela que agrada gerações há anos.
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Obra de caráter metalinguístico retrata a história de Augusto, rapaz inconstante que aposta com seus amigos que não ficaria apaixonado por mais de 15 dias por mulher alguma.
Seu castigo, caso perdesse a aposta, seria escrever um romance para esses amigos. "A Moreninha”, então, é o fruto dessa punição.
Perdidamente apaixonado por Carolina, seu amor de infância que Augusto reencontrara quando jovem, "A Moreninha” é um exemplo clássico do Romantismo.
A obra gira em torno de uma promessa pueril, da luta de um homem para conquistar sua amada e dos obstáculos para a realização desse amor.
Todos esses elementos são indispensáveis para uma boa novela que agrada gerações há anos.
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Obra de caráter metalinguístico retrata a história de Augusto, rapaz inconstante que aposta com seus amigos que não ficaria apaixonado por mais de 15 dias por mulher alguma.
Seu castigo, caso perdesse a aposta, seria escrever um romance para esses amigos. "A Moreninha”, então, é o fruto dessa punição.
Perdidamente apaixonado por Carolina, seu amor de infância que Augusto reencontrara quando jovem, "A Moreninha” é um exemplo clássico do Romantismo.
A obra gira em torno de uma promessa pueril, da luta de um homem para conquistar sua amada e dos obstáculos para a realização desse amor.
Todos esses elementos são indispensáveis para uma boa novela que agrada gerações há anos.
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Os Dursley foram tão mesquinhos e abomináveis durante aquelas férias de verão, que Harry Potter só queria voltar para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
Na hora em que está arrumando as malas, contudo, ele recebe um aviso de um diabrete estranho chamado Dobby, que diz que se Harry Potter voltar a Hogwarts haverá uma catástrofe.
E ela, de fato, acontece. No segundo ano de Harry em Hogwarts, surgem novos tormentos e horrores.
Aguentar o arrogante professor de Artes das Trevas, Gilderoy de Lockharts, driblar o assédio do coleguinha deslumbrado que a todo custo queria fotografá-lo e conseguir um autógrafo, ignorar a tímida paixão e desviar da atenção indesejada de Gina Weasley, e suportar as lamúrias da Murta Que Geme, um espírito que ocupa o banheiro das meninas, não é exatamente a melhor coisa que podia acontecer a Harry, mas, sem dúvida alguma, isso representa muito pouco diante do grande mistério que envolve a petrificação de alguns estudantes da escola.
Quem ou o que estaria por trás daquelas ocorrências assustadoras?
Seria Draco Malfoy, mais venenoso do que nunca?
Talvez Hagrid, cujo misterioso passado é finalmente revelado?
Ou o responsável por todo o pânico e tumulto seria aquele de quem todos na escola suspeitam... o próprio Harry Potter?
Como descobrir e eliminar definitivamente a ameaça que está aterrorizando Hogwarts?
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Um bebê é deixado à porta da família Dursley, com uma carta que explica quem ele é e quais os mistérios que envolvem sua sobrevivência.
Onze anos mais tarde, Harry Potter recebe o melhor dos presentes de aniversário: descobre que é um bruxo e como tal deve ser educado.
Conduzido por Rúbeo Hagrid, o doce e atrapalhado gigante ruivo, Harry inicia sua trajetória no cotidiano da magia.
Na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, sob a direção do sábio professor Alvo Dumbledore, ele aprende a fazer poções, feitiços, a transformar coisas e a “pilotar” uma vassoura.
Enfrenta as dificuldades normais de um principiante e uns obstáculos a mais lhe são impingidos por sua fama. Afinal, Harry Potter, mesmo sem saber, derrotou o mais terrível dos feiticeiros.
Agora, para prosseguir vitorioso, precisa aprender a dominar a sabedoria contida em valores simples da vida como a amizade, a perseverança e o amor.
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Obra de caráter metalinguístico retrata a história de Augusto, rapaz inconstante que aposta com seus amigos que não ficaria apaixonado por mais de 15 dias por mulher alguma.
Seu castigo, caso perdesse a aposta, seria escrever um romance para esses amigos. "A Moreninha”, então, é o fruto dessa punição.
Perdidamente apaixonado por Carolina, seu amor de infância que Augusto reencontrara quando jovem, "A Moreninha” é um exemplo clássico do Romantismo.
A obra gira em torno de uma promessa pueril, da luta de um homem para conquistar sua amada e dos obstáculos para a realização desse amor.
Todos esses elementos são indispensáveis para uma boa novela que agrada gerações há anos.
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O depoimento da pequena Anne Frank, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, ainda hoje emociona leitores no mundo inteiro.
Seu diário narra os sentimentos, medos e pequenas alegrias de uma menina judia que, com sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto.
Lançado em 1947, O diário de Anne Frank tornou-se um dos maiores sucessos editoriais de todos os tempos.
Um livro tocante e importante que conta às novas gerações os horrores da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Agora, seis décadas após ter sido escrito, este relato finalmente é publicado na íntegra, com um caderno de fotos e o resgate de trechos que permaneciam inéditos.
Uma nova edição que aprofunda e aumenta nossa compreenção da vida e da personalidade dessa menina que se transformou em um dos grandes símbolos da luta contra a opressão e a injustiça.
E consagra O diário de Anne Frank como um dos livros de maior importância do século XX.
Uma obra que ser lida por todos, para evitar que atrocidades parecidas voltem a acontecer neste mundo.
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Uma turma de adolescentes enfrenta o mais diabólico dos crimes!
Num clima de muito mistério e suspense, cinco estudantes - os Karas - enfrentam uma macabra trama internacional: o sinistro Doutor Q.I. pretende subjugar a humanidade aos seus desígnios, aplicando na juventude uma perigosa droga!
E essa droga já está sendo experimentada em alunos dos melhores colégios de São Paulo.
Esse é um trabalho para os Karas: o avesso dos coroas, o contrário dos caretas!
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Em A anatomia do estado, Murray Rothbard explica o que o estado é e o que ele não é.
Ele mostra como o estado nada mais é do que uma instituição que viola tudo aquilo que consideramos honesto e moral, agindo sob uma falsa aura de bondade e preocupação para com o cidadão.
Ele demonstra como o estado devasta a liberdade, destrói a civilização e ameaça a vida, a propriedade e o bem-estar social de todas as pessoas.
Neste influente e original ensaio, Rothbard consolida tudo o que aprendeu com a tradição misesiana, com a tradição liberal e com a tradição anarcocapitalista, dando origem, de forma verdadeiramente inovadora, a um pensamento profundamente sistemático sobre economia política e social.
O leitor que assimilar a concepção de Rothbard conseguirá entender claramente como todos os eventos estatistas atuais se encaixam de maneira lógica e compreensível, alterando para sempre a maneira como ele observa o mundo.
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Lançado em 1982, A ética da liberdade apresenta uma rigorosa e sofisticada defesa filosófica da liberdade, baseada no conceito do direito natural.
Dando sequência à demonstração de seu mentor Mises de que a sociedade sem propriedade privada se degenera em caos econômico, Rothbard mostra que a interferência estatal sobre a propriedade privada representa uma invasão, que diminui a liberdade e a prosperidade.
Suas conclusões radicais se mostram surpreendentemente práticas para lidar com dilemas éticos do dia-a-dia, tais como autodefesa, punições, direitos das crianças e dos animais, entre outros.
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RJ Palacio mora em Brooklyn, NY com o marido, dois filhos e dois cachorros (Bear e Beau).
Seu romance de estreia, Extraordinário, está na lista de best-sellers do New York Times desde março de 2012 e já vendeu mais de 5 milhões de cópias em todo o mundo.
A mensagem de gentileza do livro inspirou o movimento Choose Kind e foi adotada por leitores, jovens e idosos, em todo o mundo.
Uma primeira geração americana (seus pais eram imigrantes colombianos), Palacio nasceu em 13 de julho de 1963 em Nova York. Seu nome de nascimento é Raquel Jaramillo (Palacio era o nome de solteira de sua mãe).
Palacio frequentou a High School of Art & Design em Manhattan e, em seguida, formou-se em ilustração na Parsons School of Design.
Ela passou seu penúltimo ano na The American University em Paris, onde viajou bastante antes de retornar a NYC com o objetivo de fazer carreira na área de ilustração.
Seus primeiros trabalhos apareceram no The Village Voice e no New York Times Book Review, que acabou sendo seguido por sua célebre carreira como diretora de arte de várias grandes editoras de livros.
Ela projetou milhares de capas de livros para inúmeros escritores em todos os gêneros de ficção e não-ficção, incluindo Paul Auster, Thomas Pynchon, Salman Rushdie, Louise Ehrdrich, Sue Grafton e John Fowles, entre muitos outros.
Além de projetar capas de livros, Palacio ilustrou vários de seus próprios livros infantis que foram publicados sob seu nome de nascimento.
Palacio também inventou um brinquedo para bebês chamado The Bobo Glove, um brinquedo de atividade portátil, vestível e lavável para bebês.
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Jeff Kinney mora com sua esposa e dois filhos em Plainville, uma cidade no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos.
Jeff Kinney também foi designer de jogos online e criou filmes de alguns livros da famosa série Diário de um Banana.
Em sua infância passou a vida em Washington e New England.
Em O Diário de um Banana, o autor e ilustrador Jeff Kinney apresenta-nos um herói improvável.
Acompanhado por cartoons simples, mas não simplistas, este livro apela a jovens de todas as idades.
Frequentou a Universidade de Maryland em College Park, no início de 1990.
Foi na faculdade que Kinney criou a popular comic strip Igdoof que decorreu no jornal do campus, o Diamondback.
Enquanto estava lá, queria ser cartunista.
Foi bem sucedido na obtenção de seus quadrinhos sindicados após a faculdade e, em 1998, ele começou a escrever suas idéias, que acabaria por se tornar Diário de um Banana.
Diário de um Banana foi lançado em abril de 2007.
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T. Harv Eker é filho de imigrantes europeus que vieram para a América do Norte com apenas trinta dólares para o seu nome.
Ele cresceu em Toronto, mas passou a maior parte de sua vida adulta nos Estados Unidos.
O dinheiro era escasso durante toda a sua infância, então aos treze anos, Eker começou sua carreira profissional.
Quando adolescente, entregava jornais, vendia sorvete, vendia novidades em feiras e loções para bronzear na praia.
Depois de um ano na Universidade de York, ele decidiu tirar uma folga para perseguir seu sonho de se tornar milionário.
Durante seus primeiros anos de vida adulta, ele morou em cinco cidades diferentes, incluindo Lake Tahoe e Ft. Lauderdale Ele tinha uma variedade de empregos e começou mais de uma dúzia de negócios diferentes, mas independentemente do que ele fez, ou o quão duro ele trabalhou, ele simplesmente não conseguia alcançar o sucesso.
Finalmente, depois de muitos anos de frustração, Eker acertou o grande prêmio.
Ele abriu uma das primeiras lojas de varejo de fitness na América do Norte e cresceu o negócio para dez lojas em apenas dois anos e meio.
Ele então vendeu parte da empresa para uma corporação da Fortune 500.
Com a venda, Eker alcançou seu sonho.
Ele foi finalmente um milionário; no entanto, em menos de dois anos, o dinheiro foi embora.
Através de uma combinação de investimentos fracos e gastos descontrolados, Eker voltou ao seu patrimônio líquido original ... de novo.
Foi nesse ponto que Eker começou a desenvolver suas teorias sobre o relacionamento mental e emocional das pessoas com o dinheiro.
Ele percebeu que seu "termostato monetário interno" estava definido para uma quantia específica de sucesso financeiro, e que todos os outros tinham um ponto de ajuste financeiro também.
Sua descoberta mais profunda foi que esse modelo de dinheiro poderia ser alterado.
Usando os princípios e práticas encontradas em seu livro, Segredos da Mente Milionária, Eker redefiniu seu próprio projeto para não apenas criar sucesso, mas para mantê-lo e desenvolvê-lo, e tornar-se um multimilionário.
Durante seus anos de luta, Eker prometeu que, caso ele ficasse rico, ajudaria os outros a fazer o mesmo.
Ele manteve sua promessa.
Ele já tocou a vida de mais de 1,5 milhão de pessoas, ajudando-as a se aproximarem de sua meta de verdadeira liberdade financeira.
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Paulo Coelho de Souza nasceu na cidade do Rio de Janeiro, foi um adolescente problemático, chegando a ser internado várias vezes entre os anos de 1965 e 1967. Ingressou na faculdade, mas abandonou para viver como hippie, época em que fez várias viagens pelo mundo.
Nos anos 70 conheceu o músico Raul Seixas com quem fez uma parceria que rendeu diversas músicas de sucesso do cantor, entre elas, “Gita”, “Eu Nasci há Dez Mil Anos Atrás”, e “Al Capone”.
Antes de se dedicar à literatura, Paulo Coelho foi ator, diretor de teatro e secretário de redação do jornal O Globo. Em 1986, decidiu viajar pela Europa e fez a peregrinação do Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, experiência que o despertou para a literatura. No ano seguinte escreveu “O Diário de um Mago”, onde relata os seus três meses de peregrinação, e a partir de então, começou sua carreira bem sucedida como escritor.
Em 1988, Paulo Coelho publicou “O Alquimista” que se tornou best seller no Brasil e se destacou como um dos livros mais vendidos no mundo.
Paulo Coelho entrou para a Academia Brasileira de Letras em 2002, causando certa polêmica entre alguns literatos e críticos, pois, ficaram fora da Instituição autores consagrados como Carlos Drummond de Andrade e Vinícius de Moraes.
Junto com sua esposa, a artista plástica Christina Oiticica, fundou o Instituto Paulo Coelho, instituição sem fins lucrativos, financiada através dos direitos autorais do escritor, dedicada a ajudar jovens e pessoas da terceira idade.
Paulo Coelho já foi considerado o autor brasileiro mais vendido na França. Seus livros são traduzidos em diversas línguas, recebeu diversos prêmios e condecorações.
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Referência em literatura infantojuvenil nos EUA, Rick Riordan alcançou prestígio internacional com a série Percy Jackson e os olimpianos, premiada pela YALSA e pela American Library Association.
As crônicas dos Kane entrou imediatamente após o lançamento para a lista de best-sellers do New York Times.
Ex-professor do ensino médio, durante quinze anos ensinou inglês e história em escolas públicas e particulares de São Francisco, e agora escritor em tempo integral, Riordan diz que utiliza bastante da experiência em sala de aula para dar vida a suas tramas e personagens, bem como para cumprir a frequente rotina de palestras dirigidas ao público jovem.
O autor vive no Texas com a mulher e os dois filhos, Haley e Patrick Riordan.
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Filha de um oficial da Força Aérea dos EUA, Suzanne Collins nasceu em Hartford, capital do estado norte-americano de Connecticut.
Iniciou sua carreira em 1991, escrevendo roteiros de programas infantis, em especial para o canal de TV Nickelodeon.
Inspirada em cenas da Guerra do Iraque e de pessoas competindo num reality show que vira na TV, Collins criou a trilogia Jogos Vorazes, best-seller juvenil traduzida para dezenas de países.
O fato de seu pai ter lutado no Vietnã descortinou seu olhar sobre fome, pobreza e os efeitos da guerra.
Relendo o mito grego de Teseu, a saga futurista e distópica concebida pela premiada autora critica o sensacionalismo, o desperdício e a violência.
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Nicholas Sparks desde pequeno frequenta a Igreja Católica e tem ascendência alemã, tcheco, americana e irlandesa.
Quando Sparks tinha oito anos, o seu pai decidiu dar prosseguimento aos seus estudos na Universidade de Minnesota e Universidade do Sul da Califórnia, o que fez com que a família se mudasse para diferentes locais, entre eles Watertown, Minnesota, Inglewood, Califórnia, Playa del Rey, Los Angeles e Grand Island, Nebraska.
Em 1974, o seu pai conseguiu o emprego como professor de negócios na Universidade Estadual de Califórnia, Sacramento, onde ensinava teoria e gestão comportamental.
Dessa forma, sua família se estabilizou em Fair Oaks, Califórnia, onde Nicholas viveu sua juventude.
Após se formar em 1984 e ser o orador oficial da Bella Vista High School, inscreveu-se na Universidade de Notre Dame, onde ganhou uma bolsa de estudos.
Em seu primeiro ano, sua equipe tinha um recorde de revezamento de 4 x 800.
Nicholas se formou em finanças corporativas e se graduou com honras em 1988.
Naquele mesmo ano, ele também conheceu sua futura esposa, Cathy Cote de Nova Hampshire, enquanto estava em férias por causa da semana de primavera.
Eles se casaram em 22 de julho de 1989 e se mudaram para New Bern, Carolina do Norte. O escritor anunciou a 7 de janeiro de 2015 que se separou da mulher, Cathy Sparks, após uma união de 25 anos.
Em 1985, quando ainda frequentava a faculdade, Sparks escreveu seu primeiro romance, The Passing, enquanto estava na casa de verão entre os calouros até o seu segundo ano na Universidade de Notre Dame.
Ele também escreveu outro romance em 1983, também nunca publicado, The Royal Murders.
Após se formar, Sparks buscou ofertas de trabalho com editoras ou vagas para estudar direito, mas foi rejeitado em ambas as tentativas.
Então, nos três anos seguintes, tentou outras carreiras, incluindo avaliação imobiliária, garçom, vendedor de produtos odontológicos por telefone e até mesmo tentou começar uma manufatura.
Em 1990, ele co-escreveu Wokini: A Lakota Journey to Happiness e Self-Understanding com Billy Mills.
O livro foi publicado pela Feather Publishing, Random House e Hay House, e vendeu aproximadamente 50,000 cópias no primeiro ano após o lançamento.
Em 1992, Sparks começou a vender produtos farmacêuticos e, no ano seguinte, foi transferido para Washington, DC.
Foi nessa época que ele escreveu outro romance em seu tempo livre, The Notebook.
Dois anos depois, ele foi descoberto pela agente literária Theresa Park, que leu o manuscrito de The Notebook na sua agência e se ofereceu para ser sua representante.
Em outubro de 1995, Park garantiu um adiantamento de $1 milhão para The Notebook vindo da Time Warner Book Group.
O romance foi publicado em outubro de 1996 e entrou na lista de best-sellers no New York Times em sua primeira semana de lançamento.
Com o sucesso do seu primeiro romance, ele se mudou para New Bern, Carolina do Norte.
Desde então, escreveu diversos best-sellers, dos quais onze foram adaptados em filmes: Uma Carta de Amor, Um Amor para Recordar, Diário de Uma Paixão, Noites de Tormenta, Querido John, A Última Música, Um Homem de Sorte, Um Homem de Sorte, O Melhor de Mim, Uma Longa Jornada e A Escolha.
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John Boyne é um escritor irlandês, famoso pelo best-seller O Menino do Pijama Listrado.
Estudou língua inglesa no Trinity College, e Literatura Criativa na Universidade de East Anglia, onde foi galardoado com o prêmio Curtis Brown.
Começou a escrever histórias aos 19 anos e teve o primeiro romance publicado dez anos depois.
Trabalhou numa livraria dos 25 aos 32 anos.
Boyne lançou recentemente o seu sétimo romance - The House of Special Purpose, ou O Palácio de Inverno na edição brasileira -, assim como uma quantidade de contos que foram publicados em várias antologias e transmitidos por rádio e televisão.
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Joanne Rowling nasceu nos arredores de Bristol, na região de Gloucestershire, Inglaterra.
Estudou Francês e Letras Clássicas na Universidade de Exeter.
Em 1990, Rowling teve a idéia para a trama de Harry Potter, numa viagem de trem de Manchester para Londres.
Sete anos depois, a primeira edição de Harry Potter e a Pedra Filosofal foi publicada na Inglaterra pela editora Bloomsbury, dando início ao maior fenômeno editorial de todos os tempos.
J. K. Rowling ganhou, entre outros prêmios, o Nestlé Smarties Book Prize Gold Medal, o FCBC Children’s Book Prize, o Birmingham Cable Children’s Book Award e o cobiçado British Book Awards Children’s Book of the Year.
Em 2003, a autora foi agraciada com o Prêmio Príncipe de Astúrias da Concórdia, um dos mais importantes do mundo, concedido pela Fundação Príncipe de Astúrias a pessoas, instituições ou grupos cujo trabalho tenha contribuído de forma exemplar e relevante para a fraternidade entre os homens e a luta contra a injustiça, a pobreza, a enfermidade e a ignorância.
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A Editora Martin Claret foi fundada em São Paulo, no início da década de 1970, pelo empresário, editor e jornalista gaúcho Martin Claret, para publicar, em um primeiro momento, as obras do filósofo e educador brasileiro Huberto Rohden, autor mundialmente conhecido de mais de 65 obras sobre filosofia, religião, ciência e educação.
Hoje, a Editora possui aproximadamente 500 títulos em catálogo, de obras-primas da literatura universal, de filosofia, direito, política, sociologia e religião.
É uma empresa editorial diferenciada, operando em nichos de alta literatura.
Uma das inovações da Editora foi o livro pocket, a preços acessíveis, com a coleção A Obra-Prima de Cada Autor.
Grande parte desses títulos são recomendados ou adotados em escolas, faculdades e vestibulares.
Nos últimos anos, entretanto, passamos a desbravar um novo nicho de mercado, produzindo edições especiais em outros formatos, com alta qualidade editorial.
Para que nosso leitor possa inteirar-se de nosso projeto empresarial-educacional, transcrevemos abaixo os objetivos, a filosofia e a missão da Editora Martin Claret:
O principal objetivo da Martin Claret é continuar a desenvolver um excelente trabalho editorial, para melhor servir a seus leitores.
A filosofia de trabalho da Martin Claret consiste em criar, inovar, produzir e distribuir, sinergicamente, livros da melhor qualidade editorial e gráfica, para o maior número de leitores e por um preço economicamente acessível.
A missão da Martin Claret é conscientizar e motivar as pessoas a desenvolver e utilizar o seu pleno potencial espiritual, mental, emocional e social.
A Martin Claret está empenhada em contribuir para a difusão da educação e da cultura, por meio da democratização do livro, usando todos os canais ortodoxos e heterodoxos de comercialização.
A Martin Claret, em sua missão empresarial, acredita na verdadeira função do livro: o livro muda as pessoas.
A Editora Martin Claret, em sua vocação educacional, deseja, por meio do livro, otimizar e iluminar a vida das pessoas.
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Com um catálogo formado por obras de autores brasileiros e estrangeiros e que contempla desde bebês até jovens leitores, o principal foco da Salamandra é a valorização do livro como veículo de expressão de ideias, sentimentos e emoções.
O selo publica obras que dialogam com o leitor, divertindo e provocando a reflexão sobre questões pessoais e do mundo, por meio de uma linha editorial ampla e diversificada para atender todos os tipos de gosto: livros de pano e livros-brinquedo; livros tipo álbum para leitores iniciantes; e, para leitores mais maduros, aventuras, histórias com temas do cotidiano e quadrinhos.
Tudo para fazer da leitura uma atividade prazerosa e significativa.
Desde 2009, a Salamandra detém exclusividade sobre toda obra literária de Ruth Rocha, uma das escritoras mais talentosas e queridas do Brasil, em uma iniciativa inédita no mercado de livros para crianças e jovens.
A presença de Ruth Rocha no catálogo da Salamandra consolida o propósito de publicar obras que respeitem a inteligência do leitor, esteja ele ensaiando seus primeiros passos ou iniciando sua jornada de autonomia pela vida.
A editora pertence, juntamente com a editora Moderna, ao Grupo Santillana.
Fundada na Espanha em 1960, a Santillana é o braço editorial do grupo PRISA, que é líder em meios de comunicação, entretenimento e educação nas línguas espanhola e portuguesa.
Presente em 22 países, a Santillana iniciou suas atividades no Brasil em 2001, ao adquirir as editoras Moderna e Salamandra.
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Uma editora jovem, não só na idade - afinal foi fundada em dezembro de 2003 - mas no espírito inovador de optar pela publicação de ficção e não ficção priorizando a qualidade, e não a quantidade de lançamentos.
Essa é a marca da intrínseca, cujo catálogo reúne títulos cuidadosamente selecionados, dotados de um vocação rara: conjugar valor literário e sucesso comercial.
Com uma apurada seleção de títulos, vários livros alcançam um expressivo número de leitores, figurando em listas de best-sellers por muitos meses, obtendo assim uma incomum unanimidade de elogios por parte do público, da crítica e do mercado.
À bem cuidada curadoria editorial alia-se o apuro na produção gráfica, o que transforma as edições em objetos de culto a serviço da boa literatura.
A orientação editorial privilegia temas e estilos que se destacam pela diferença, ousadia e impacto.
Não foi à toa que o título de estréia da Intrínseca, HELL - Paris 75016, de Lolita Pille, figurou na lista de mais vendidos do Brasil por várias semanas.
Atualmente, é uma das cinco maiores editoras do Brasil, considerando o número de livros vendidos.
A Intrínseca publica, em média, 30 livros por ano.
Metade de suas ações pertencem a Editora Sextante.
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A Objetiva se consolidou ao longo dos anos 90 como uma das editoras de referência no segmento de livros de interesse geral.
Seu crescimento foi construído a partir de um catálogo com autores como Luis Fernando Verissimo, Tony Judt, Arnaldo Jabor e Harold Bloom, entre outros, assim como com o Dicionário Houaiss, o mais completo da língua portuguesa.
Desde junho de 2005, quando a Santillana, líder nos setores de educação e edição na Espanha e América Latina, adquiriu a maioria de suas ações, a Objetiva deu início à nova etapa de diversificação e crescimento.
Seu selo original, Objetiva, passou a se concentrar em não ficção e, especialmente, em história, biografia, política, comportamento, humor, reportagem, ensaio e referência.
Em setembro de 2005, lançou o selo Suma, voltado para a ficção de entretenimento, com autores como Carlos Ruiz Zafón, Stephen King, Michael Connelly e Audrey Niffenegger
Em setembro de 2006, lançou um terceiro selo, Alfaguara, há décadas sinônimo de excelência literária na Espanha e América Latina. Alfaguara publica tanto autores contemporâneos como clássicos da literatura universal: Mario Vargas Llosa, Carlos Heitor Cony, Cormac McCarthy, João Cabral de Melo Neto, James Joyce, João Ubaldo Ribeiro, Mario Benedetti, Haruki Murakami, Mario Quintana, para citar alguns.
O selo inclui ainda uma editoria para livros infantojuvenis, atuando com a marca Alfaguara Juvenil e publicando obras de seus autores voltados para este segmento.
Em maio de 2008, outro selo foi integrado à editora: Fontanar, dedicado aos livros de não ficção inspiracional, saúde, comportamento e desenvolvimento pessoal, com autores como David Servan-Schreiber e Robin Sharma.
Em outubro de 2009, completando o elenco de marcas, foi lançado o Ponto de Leitura, selo de livros de bolso com longa tradição na Espanha e na América Latina.
Em março de 2014, as operações no segmento de livros de Interesse Geral em língua espanhola do Grupo Santillana foram adquiridas pelo Grupo Penguin Random House, líder mundial no segmento.
Em outubro de 2014 foi concluída a venda da Objetiva, que também passou a integrar o Grupo Penguin Random House.
O Grupo Penguin Random House está presente no segmento de Livros de Interesse Geral na Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Oceania, Índia, África do Sul, Espanha, América Latina de língua espanhola e Brasil.
No Brasil, o Grupo detém desde 2012 participação na Companhia das Letras, uma das líderes do mercado brasileiro.
Ao longo de 2015, será implementada a integração das operações da Companhia das Letras e da Objetiva, visando à futura fusão das duas empresas, prevista para o final de 2015.
Ao longo deste processo, os selos das duas editoras continuarão atuando de forma independente e complementar, com equipes editoriais distintas e especializadas, apoiadas pela mesma estrutura operacional e empresarial.
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O Instituto Ludwig von Mises - Brasil ("IMB") é uma associação voltada à produção e à disseminação de estudos econômicos e de ciências sociais que promovam os princípios de livre mercado e de uma sociedade livre.
Em suas ações o IMB busca:
I - promover os ensinamentos da escola econômica conhecida como Escola Austríaca;
II - restaurar o crucial papel da teoria, tanto nas ciências econômicas quanto nas ciências sociais, em contraposição ao empirismo;
III - defender a economia de mercado, a propriedade privada, e a paz nas relações interpessoais, e opor-se às intervenções estatais nos mercados e na sociedade.
O IMB acredita que nossa visão de uma sociedade livre deve ser alcançada pelo respeito à propriedade privada, às trocas voluntárias entre indivíduos, e à ordem natural dos mercados, sem interferência governamental.
Portanto, esperamos que nossas ações influenciem a opinião pública e os meios acadêmicos de tal forma que tais princípios sejam mais aceitos e substituam ações e instituições governamentais que somente:
a) protegem os poderosos e os grupos de interesse,
b) criam hostilidade, corrupção, e desesperança,
c) limitam a prosperidade, e
d) reprimem a livre expressão e as oportunidades dos indivíduos.
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Escritores que já fazem parte do catálogo do Grupo Editorial Record disponíveis no formato de bolso e a preços mais acessíveis.
São títulos clássicos de autores consagrados, como Rubem Braga, Fernando Sabino, Umberto Eco, Anne Frank, Isabel Allende, Albert Camus, John Steinbeck, entre outros.
Há, ainda, um diferencial importante que faz das Edições BestBolso um sucesso de crítica e venda: mais de 350 títulos do seu acervo estão disponíveis apenas neste formato, há muito esgotados das prateleiras — Robinson Crusoé, de Daniel Defoe, Doutor Jivago, de Boris Pasternak, vários títulos de Scott Turow, Ken Follett e Frederick Forsyth, entre outros.
A BestBolso oferece ao público também edições exclusivas como a reunião de 40 contos escolhidos de Machado de Assis e as de 50 crônicas de Rubem Braga.
Com distribuição diferenciada em livrarias, supermercados, bancas de jornal e lojas de conveniência, a BestBolso é uma iniciativa fundamental para a democratização da leitura.
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A Editora Globo, uma das mais antigas do país, é referência de qualidade e inovação.
Fundada em 1952, ainda como Rio Gráfica, era conhecida pela produção de histórias em quadrinhos, a partir da criação de O Globo Juvenil.
Em 1986, após a compra da Editora Globo, de Porto Alegre, pela Rio Gráfica, a empresa passa a se chamar Editora Globo, herda o acervo de livros da editora gaúcha e torna-se também uma das mais importantes editoras de obras literárias do país.
O pioneirismo e a inovação da Editora Globo foram mantidos com o lançamento de seis selos pela Globo Livros:
Biblioteca Azul, à publicação de clássicos da literatura, ensaios e biografias;
Globo Livros, voltado para ficção, não-ficção, história e guias da Lonely Planety;
Globo Estilo, dedicado à gastronomia e entretenimento.
Globinho é o selo infanto-juvenil;
Globo Alt voltada para literatura juvenil, e Principium, é dedicado aos livros de autoajuda.
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Ano de 1890.
São Paulo, uma cidade pacata, com menos de 100 mil habitantes, já revela a sua vocação industrial.
Junto a essa vocação, cresce a necessidade por produtos que melhorem a qualidade de vida das pessoas e o papel é um desses produtos.
Na época, o empreendedor Antônio Proost Rodovalho enxerga mais longe que os outros e decide que já é hora de o Brasil produzir, em larga escala, o seu próprio papel (até então produzido de maneira muito tímida ou importado da Europa).
Assim, em abril de 1890, em Caieiras, interior do Estado de São Paulo, é produzido o primeiro papel industrializado do Brasil.
Meses depois, em 12 de setembro de 1890, aproveitando a boa vontade do governo, que libera recursos para empresas comprometidas com a melhoria da infraestrutura urbana, Rodovalho cria a Companhia Melhoramentos de São Paulo.
Irmãos WeiszflogEnquanto Rodovalho toca o seu projeto na Melhoramentos, na Alemanha, os Weiszflog almejam dias melhores.
Assim, os jovens Otto e Alfried resolvem partir em busca do sucesso.
O Brasil é o país escolhido, e o novo eldorado chama-se São Paulo.
Otto chega em 1894.
Semanas depois já está trabalhando no estabelecimento do conterrâneo Bühnaeds, um negócio no ramo de papelaria, encadernação e importação de papel.
Dois anos mais tarde é a vez de Alfried desembarcar no Brasil.
Ele chega com um recado do pai, Wilhelm: “Façam alguma coisa que seja única, em que não tenham concorrência”.
Seguindo os conselhos do pai, os irmãos Weiszflog associam-se a Bühnaeds.
Em 1905, adoentado, Bühnaeds deixa a sociedade.
Nasce então a Weiszflog Irmãos – Estabelecimento Gráfico.
Os serviços da gráfica dos Weiszflog ganha rápido reconhecimento em razão da qualidade superior dos seus produtos.
Percebendo isso, o educador Arnaldo de Oliveira Barreto sugere aos Weiszflog que se tornem também editores.
A sugestão é aceita.
Já na condição de editores, em 1915, os Weiszflog produzem aquele que seria um marco da literatura infantil brasileira.
O livro O Patinho Feio, de Hans Christian Andersen, com ilustrações de Franz Richter. Trata-se do primeiro livro editado em quatro cores no Brasil.
Ao mesmo tempo, a Companhia Melhoramentos de São Paulo, que manda imprimir com os Weiszflog seu relatório anual, passa por sérias dificuldades financeiras, agravadas durante a Primeira Guerra Mundial.
Antônio Rodovalho deixa a empresa, e os seus novos donos só veem uma saída: precisam vender a Melhoramentos.
Os Weiszflog já produzem, editam e comercializam seus próprios livros; faltava somente a produção do papel.
Em abril de 1920, a Melhoramentos é comprada e, em dezembro, incorpora a Weiszflog Irmãos – Estabelecimento Gráfico.
Surge um slogan que durante muitos anos acompanha os livros da editora: “Do pinheiro ao livro, uma realização Melhoramentos”.
Nas mãos dos Weiszflog, a Melhoramentos cresce e progride continuamente.
Em 1946, técnicos da empresa produzem celulose a partir do eucalipto.
Um ano mais tarde, a celulose de eucalipto atinge alto padrão e começa a ser usada na confecção de papéis nobres e para impressão.
“A utilização de celulose de eucalipto na produção de papel para imprimir representa a maior contribuição brasileira para a indústria papeleira”, afirmou na época o já respeitado arquiteto Pietro Maria Bardi.
Mas os avanços da empresa não se restringem à área tecnológica.
Também na relação com os empregados a Melhoramentos dá exemplos.
Em 1948, seus funcionários são os primeiros a receber o descanso semanal remunerado.
Só em maio do ano seguinte o governo brasileiro edita a Lei n.° 605, estendendo o benefício aos demais trabalhadores do Brasil.
Outro avanço nesta área ocorre no início dos anos 1960, quando a Melhoramentos firma com seus funcionários um contrato coletivo de trabalho, instrumento até então desconhecido por patrões e empregados brasileiros, que, entre outras coisas, prevê o pagamento de horas extras trabalhadas.
Hoje a Melhoramentos ocupa posição de destaque no mercado.
Na área editorial, o grande destaque é a linha de Dicionários Michaelis (português, inglês, francês, espanhol, italiano, alemão e japonês).
Para não perder a tradição iniciada em 1915, com a edição de O Patinho Feio, de ser a principal editora infantojuvenil do país, a Melhoramentos reúne entre seus autores nada menos que Ziraldo e seus mais de 135 títulos, sucesso absoluto entre o público jovem de todo o mundo que já bateu um recorde histórico: mais de 3,5 milhões de exemplares vendidos de O Menino Maluquinho.
A Editora Melhoramentos segue sua trajetória sempre ao lado do leitor, proporcionando momentos de reflexão, alegria, aprendizado e investindo na educação e na formação de leitores.
Do leitor infantil ao adulto, a Melhoramentos está presente na vida do brasileiro, ocupando-se com o desenvolvimento, a criação e o aperfeiçoamento dos melhores livros para seu público.
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Círculo do Livro foi uma editora brasileira estabelecida em março de 1973 através de um acordo firmado entre o Grupo Abril e a editora alemã Bertelsmann.
Vendia livros por um "sistema de clube", onde a pessoa era indicada por algum sócio e, a partir disso, recebia uma revista quinzenal com dezenas de títulos a serem escolhidos.
O novo sócio teria então a obrigação de comprar ao menos um livro no período.
O empreendimento funcionou seus primeiros cinco anos com prejuízo, o que não representou problema para a Bertelsmann, dona de 49% da empresa e a segunda maior organização editorial do mundo na época.
Não obstante, foram reunidos até 1975 duzentos e cinquenta mil sócios, número que dobrou em 1978.
Em 1982, as vendas alcançaram cinco milhões de exemplares, totalizando dezessete milhões nos primeiros dez anos de existência da Círculo.
Em 1983 a editora anunciou um quadro de oitocentos mil sócios espalhados por 2850 municípios brasileiros, atendidos por uma cadeia de mais de dois mil vendedores e da distribuição através dos correios.
O declínio nos lucros fez com que a Bertelsmann vendesse sua parte no negócio, levando a Círculo a encerrar suas atividades editoriais no final da década de 1990.
A empresa, no entanto, continuou a funcionar como gráfica sob o comando do grupo CLC, até ser vendida em 2000 à multinacional RR Donnelley.
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A Editora Suma é um selo do Grupo Companhia das Letras voltado para temas geeks.
Nossos principais gêneros são fantasia, ficção científica e terror, embora tenhamos títulos em outras áreas de interesse, como não ficção e thrillers.
A Suma de Letras foi criada em 2005, com o objetivo de ser um selo comercial que publicava uma gama bem ampla de gêneros.
Os títulos do selo variavam desde Stephen King (terror) a Michael Connelly (thriller policial) e Megan Maxwell (romance erótico).
Mas, desde a fusão com o Grupo Companhia da Letras, a Suma tem se voltado para a comunidade geek, focando em gêneros como fantasia, terror e ficção científica.
Essa ideia foi consolidada nos últimos anos, quando passamos a fortalecer nosso catálogo de clássicos (com nomes como Stephen King, H.G. Wells e Shirley Jackson) enquanto damos voz a novos autores, nacionais e internacionais, que estão renovando a ficção, seja em fantasia, em terror ou em ficção científica (por exemplo, Erika Johansen, Raphael Montes, Cixin Liu).
Agora, a transformação se concretiza com a nova cara do selo, a mudança de logotipo e do nome, que passa de “Suma de Letras” para “Editora Suma”.
A ideia é que nossos leitores identifiquem melhor essa nova fase da editora, e que a gente se aproxime cada vez mais da comunidade geek e dos nossos gêneros favoritos.
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